Debater determinado assunto de prole em ambientes alheio ao da família pode parecer imposição de fofoca ou exibições do instinto de perversidade... ou até soberba.

Por isso temos muitas vezes que sufocar determinados sentimentos para que não haja inversão de valores e ou responsabilidade entre interlocutores.
Certa vez ouvi alguém perguntar porque a maioria das pessoas convive melhor com estranhos do que com parentes.
Naturalmente os estranhos referidos são os supostos amigos e a estes se pode escolher ou descarta-los quando necessário. Quanto aos parentes não há opção de escolha, salvo pela imposição de suposto abandono ou indiferença no âmbito da convivência.
Quando há a intenção de corrigir determinados desvio de comportamento sócio familiar, pode se por regra adotar princípios aparentemente estranhos as normas por um período de tempo emergente.
Garantias na obtenção do êxito não é certo, pois depende da intensidade da correção e da reação de quem é submetido.
RayCerqueira. (Qualquer conteúdo similar é mera coincidência)
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